Os efeitos do tabaco na cirurgia plástica | Sapo Lifestyle

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O fumo do cigarro contem cerca de 4.000 químicos identificados, sendo que destes, 250 são prejudiciais à saúde. Um artigo da médica Ana Silva Guerra, especialista em Cirurgia Plástica e Reconstrutiva. 

A nicotina tem um efeito nefasto sobre o processo cicatricial, uma vez que é um potente vasoconstritor e condiciona um desequilibro da coagulação a favor de fenómenos trombóticos.

O monóxido de carbono é um gás que corresponde a cerca de 4% do fumo do cigarro e reduz significativamente a oxigenação dos tecidos.

O cianeto de hidrogénio é altamente tóxico, interfere com a capacidade de reparação celular e com o processo cicatricial

O oxido nítrico aumenta a absorção de nicótica a nível pulmonar e contribui para a vasoconstrição generalizada dos pequenos vasos.

É um dado adquirido, baseado na evidência científica, que o tabaco afeta negativamente a cicatrização, aumentando o risco de complicações no período pós operatório imediato. No âmbito da cirurgia plástica, sabe-se que o risco infeção da ferida operatória e concomitante atraso na cicatrização é duas a três vezes superior num paciente que fuma.

Clique aqui para ler o artigo completo da Dra. Ana Silva Guerra.

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