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10 CURIOSIDADES QUE DEVE SABER ANTES DE UMA MAMOPLASTIA DE AUMENTO


Qual o impacto das máscaras na nossa pele? - Clínica Dra. Ana Silva Guerra - Lisboa

1. O TOQUE DE UMA MAMA COM IMPLANTES É DIFERENTE DO TOQUE DE UMA MAMA NATURAL.

A sensação ao toque numa mama sem implante é única e impossível de mimetizar. A presença de um implante introduziu, obviamente alterações, contudo, o resultado permite-nos andar muito próximo da sensação ao toque de uma mama natural.


É frequente associar-se a um maior grau de satisfação, pois a mama fica discretamente mais firme e tonificada.


2. O IMPLANTE “ANATÓMICO” NÃO É CONDIÇÃO “SINE QUA NON” PARA SE ALCANÇAR O RESULTADO MAIS NATURAL NA MAMA.

O formato final da mama operada é ditado pela mama antes da cirurgia, a forma como os tecidos se adaptam ao implante, as diferenças na distribuição de volume na mama é que vão ditar qual o implante, redondo ou “anatómico” (bidimensional) nos permite obter o resultado natural desejado.


Não podemos afirmar: “quero um implante anatómico, porque prefiro uma mama mais natural”.


3. A SENSIBILIDADE DA ARÉOLA E DO MAMILO SOFRE ALTERAÇÕES NEM SEMPRE REVERSÍVEIS NA SUA TOTALIDADE.

A perda ou alteração de sensibilidade da aréola e mamilo podem acontecer sempre que há uma cirurgia mamária. Com o tempo é possível recuperar parte do que foi perdido ou alterado, porém, nem sempre a recuperação é plena.


Cerca de 15% das doentes ficam com alterações permanentes. Mesmo sem sensibilidade o mamilo reage à estimulação e ao frio!


4. A CIRURGIA MAMÁRIA PODE AFETAR A CAPACIDADE DE AMAMENTAR NO FUTURO.

Qualquer cirurgia na mama vai aumentar o risco de dificuldades na amamentação, porem não podemos dizer que a torna impossível de acontecer. Mesmo em mulheres que nunca foram operadas, as dificuldades na amamentação acontecem.


Uma mulher com historia de cirurgia mamária que pretende amamentar deve contar com o apoio próximo de uma equipa médica experiente para ajudar a solucionar os pequenos problemas que possam surgir.


5. O HISTORIAL PESSOAL E FAMILIAR DE CANCRO DA MAMA TEM DE SER REVISTO ANTES DE UMA CIRURGIA MAMÁRIA.

Sempre que há uma cirurgia mamária, o historial da doente deve ser analisado e exames complementares mamários devem ser feitos, caso os mais recentes tenham mais de 6 meses.


6. A MAMOPLASTIA DE AUMENTO NÃO IMPEDE O DIAGNOSTICO DE CANCRO DA MAMA.

Existem técnicas especiais para avaliar a mama com implante, em toda a sua extensão. Cumprindo a rotina da vigilância da mama, o risco de cancro da mama, numa mama com implantes, não esta aumentado.


7. A MAMOPLASTIA DE AUMENTO ANTES DA PRIMEIRA GRAVIDEZ NÃO DEVE SER EXAGERADA, POIS A MAMA AINDA VAI SOFRER ALTERAÇÕES IMPORTANTES.

No decurso da gravidez e depois na amamentação, a mama aumenta muito de tamanho, o que pode causar alterações na pele (distensão, estrias) e na forma que são difíceis de resolver por si próprias.


Quanto maior o volume do implante, maior é o volume que a mama tem antes de passar por todo o processo gravidez/amamentação, logo maior o risco de alterações indesejadas que são difíceis de reverter sem cirurgia.


8. A MAMA NÃO PODE PASSAR DE “PEQUENINA” A “GIGANTE” DE UMA SÓ VEZ!

É preciso deixar que a mama se adapte. Passar de uma copa A para uma copa D numa só cirurgia comporta um grande risco de complicações. Temos de ser realistas. Os tecidos têm que se adaptar ao novo volume, logo esta não pode ser drasticamente maior.


A melhor forma passa por aumentar a mama gradualmente, isto é, um primeiro aumento que já seja notório e depois, anos mais tarde e provavelmente depois de muitas alterações já terem acontecido na mama (gravidez, envelhecimento) substituir esse implante por outro de maiores dimensões.


9. A MAMOPLASTIA DE AUMENTO PODE SER REALIZADA COM GORDURA DA PRÓPRIA PACIENTE.

Além do implante, em casos seleccionados, é possível usar a gordura da própria paciente para a mamoplastia de aumento. A gordura pode ser transferida da região da cintura, coxas, costas, enfim, das regiões onde abunda para a mama, onde fará mais falta. Parte desta gordura não sobreviverá, mas a que ficar, permanece ao longo do tempo.


10. O EXERCÍCIO FÍSICO, ESPECIALMENTE CARDIOVASCULAR ESTÁ RESTRITO NO PERÍODO QUE SE SEGUE À CIRURGIA.

Depois de uma mamoplastia de aumento a paciente não fica totalmente incapacitada, mas não pode fazer exercício que envolva impacto e que agite ou abane as “ novas” maminhas. Dentro de um mês e meio a dois meses, a vida desportiva pode ser retomada na sua totalidade.

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